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Aimee & Jaguar review

Posted : 3 days ago on 2 July 2008 10:15 (A review of Aimee & Jaguar)

Filme que arrebatou platéias e prêmios, como o Urso de Prata no Festival de Berlim de 99 para Maria Schrader e Juliane Köhler como melhores atrizes. Concorreu ao Globo de Ouro como melhor filme estrangerio, mas acabou perdendo para Tudo Sobre Minha Mãe.
Na Berlim sitiada pela Guerra Mundial, surge a inesperada história de amor entre Lilly Wust, a esposa de um militar nazista e Felice Schragenheim, uma judia integrante da resistência alemã. Lilly é a ariana perfeita, que se dedica a um lar decorado com bustos de Hitler e cuida dos quatro filhos enquanto o marido luta no front. A despeito dos amantes ocasionais e das bombas que arruínam a cidade, Lilly cai de amores pela auto-confiante Felice Schragenheim, que lhe envia cartas apaixonadas sob o codinome de ‘Jaguar’. Felice, ousada a ponto de trabalhar sob disfarce em um jornal anti-semita, revela a Lilly sua condição e as duas fazem um pacto de amor e fidelidade, tentando bloquear a realidade da guerra e do cerco que se fecha a seu redor. Para permanecerem juntas, Lilly divorcia-se do marido e Felice abre mão de fugir da Alemanha. ‘Aimée’, como Lilly é tratada por sua amante, e ‘Jaguar’ mergulham na plenitude da paixão, mas a Gestapo parte em seu encalço. O filme é baseado na história verídica relatada por Lilly Wust, aos 80 anos, à escritora Erica Fischer, que a transformou em best-seller no ano de 1994.


O filme é belíssimo. Linda fotografia e as cenas dos momentos de amor entre as duas mulheres são as mais sensuais do cinema atual. Sensível, mostra a descoberta de Lilly, não somente como homossexual, mas sim a de um grande amor, capaz de resistir ao tempo e ao caos da guerra.



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Rayuela review

Posted : 1 week, 6 days ago on 22 June 2008 07:20 (A review of Rayuela)


O Jogo da Amarelinha - Capítulo 7
Tradução de Fernando de Castro Ferro.



Toco a sua boca, com um dedo toco o contorno da sua boca, vou desenhando essa boca como se estivesse saindo da minha mão, como se pela primeira vez a sua boca se entreabrisse, e basta-me fechar os olhos para desfazer tudo e recomeçar. Faço nascer, de cada vez, a boca que desejo, a boca que a minha mão escolheu e desenha no seu rosto, e que por um acaso que não procuro compreender coincide exatamente com a sua boca, que sorri debaixo daquela que a minha mão desenha em você.



Você me olha, de perto me olha, cada vez mais de perto, e então brincamos de cíclope, olhamo-nos cada vez mais de perto e nossos olhos se tornam maiores, se aproximam uns dos outros, sobrepõem-se, e os cíclopes se olham, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas, onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e um grande silêncio. Então, as minhas mãos procuram afogar-se no seu cabelo, acariciar lentamente a profundidade do seu cabelo, enquanto nos beijamos como se tivéssemos a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de fragância obscura. E se nos mordemos, a dor é doce; e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta madura, e eu sinto você tremular contra mim, como uma lua na água.




Júlio Cortázar

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Hour of the Star review

Posted : 2 weeks, 6 days ago on 15 June 2008 08:05 (A review of Hour of the Star)


A Hora da Estrela, O Livro, é o ponto alto da literatura contemporânea.
Por ter gostago muito e conhecê-lo bem fica difícil não ver algumas coisas que não ficaram boas.
Marcélia Cartaxo é sensacional, pegou o espírito, alma, seja lá o que foi que a Clarice Lispector imaginou. Ela é a Macabea, tem o jeito, absolutamente tudo que o livro diz. Ela conseguiu a proeza de reproduzir no cinema o paradoxo exposto pela autora: você ama e odeia a persongem, tem dó e raiva, tem nojo e admiração.. enfim. Além disso, a essência da obra não foi mudada, o que é bom.
Apesar disso, a exploração não foi tão boa. O filme tem uma sonoplastia irritante. A história não se passa no Rio de Janeiro, sim em São Paulo, o que é ruim. Eu senti falta do narrador, que situa quem lê o livro, por isso, eu tenho a impressão de que quem não leu, achou o filme muito parado. Boa parte do aprofundamento existencialista (maior trunfo da Clarice) está nos comentários do narrador Rodrigo S.M.
O pior foi o final... A cena da cartomante está incompleta e completamente diferente. Que Hora da Estrela foi aquela em quem ninguém se juntou ao redor do corpo dela para observar? Não é essa a ironia? Finalmente a aspirante a atriz e anônima foi observada e teve sua hora? E o olhar para o matinho (explosão) e perceber de uma vez o que ela foi pro mundo(nada)? E a posição fetal (nunca passou de um projeto de gente)?
Não chega nem perto da qualidade em que, com as limitações de um filme perante um livro, poderia chegar. Mas ainda é válido, pra quem não leu o livro ou não prestou muita atenção.

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A Marvada Carne review

Posted : 3 weeks, 3 days ago on 10 June 2008 11:15 (A review of A Marvada Carne)

A Marvada Carne é uma comédia que mostra as hilariantes aventuras de Carula (Fernanda Torres, num papel inesquecível), uma garota simples, do interior, que tem um grande sonho na vida: se casar. E para isso ela está disposta a tudo.

Nhô Quim vive lá nos cafundós em companhia do cachorro e da cabra de estimação. Aquela vidinha besta no meio do mato não dá pé e ele resolve cair no mundo e procurar a solução para duas questões que o incomodam: arranjar uma boa moça para o casório e comer a tal carne de boi, um desejo que fica ruminando sem parar dentro dele. Nas suas andaças Nhô Quim vais dar na casa de Nhô Totó, cuja filha está em conflito com Santo Antônio, que não anda colaborando para ela arranjar um bom marido. E logo Nhô Quim descobre que o pai da moça tem um boi reservado para a ocasião do casamento da filha. Será este o momento para Nhô Quim realizar seus dois maiores desejos?



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Construcao review

Posted : 3 weeks, 4 days ago on 10 June 2008 09:16 (A review of Construcao)

Construção é lançado em um dos períodos mais negro da ditadura militar, o governo do general Emílio Garrastazu Médici. Quase um grito contido e dilacerado de um tempo que parecia cada vez mais distante a volta da democracia. Um tempo que gente era torturada e desaparecia nos porões obscuros do regime militar. Um grito de coragem em canções que transitavam entre o protesto social, a angústia existencialista e o lirismo romântico. Trazia um Chico Buarque mais maduro e definitivo, numa época dura e transitória.

“Construção” é de um brilhantismo no jogo de palavras e na estruturação e composição dos versos, de uma vertente social crua, embebedada pelo jogo das palavras, a refletir uma época em que o Brasil verticalizava as suas metrópoles, os arranha-céus subiam e geravam os mártires que os construíam, pois não havia uma legislação trabalhista que protegesse os trabalhadores da construção civil contra acidentes de trabalho. Muitos foram os operários que sucumbiram nas grandes construções do Brasil megalômano dos militares (mortos nas construções da Ponte Rio Niterói, da Transamazônica e tantas outras). Chico mostra em “Construção” essa triste realidade de desproteção social do cidadão trabalhador brasileiro.


Construção
(Chico Buarque)

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

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O Futuro É Vórtex review

Posted : 3 weeks, 4 days ago on 10 June 2008 06:55 (A review of O Futuro É Vórtex)

Maravilhoso disco da gaúchada punk.
Surfista calhorda, Hippie-punk-rajneesh, Ele quer ser punk, Porque não(censurada pela gravadora) e outras pérolas ácidas, divertidas e incorretas classe A.
O punk nacional nunca mais foi o mesmo.
Essencial.


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Queen Margot review

Posted : 3 weeks, 4 days ago on 10 June 2008 06:46 (A review of Queen Margot)

Um dos filmes mais densos dos anos noventa, A Rainha Margot, de 1994, trouxe para as telas o romance homônimo de Alexandre Dumas, que nas páginas da literatura relata de forma romanceada, a história Marguerite de Valois, filha de Catarina de Médici, conhecida como rainha Margot.
O filme de Patrice Chéreau abstrai-se totalmente da atmosfera do romantismo que traz o livro de Dumas, para torná-lo coberto de imagens impactantes, movidas por um furor histórico estonteante, onde a nudez e o sangue se interligam em cores fortes, em contraste com a imagem barroca de reconstrução de época. Ao assistirmos ao filme, quase que sentimos o cheiro do sangue, o cheiro dos corpos, prontamente preparados para trazer líquidos seminais no meio da guerra e da intolerância.
Isabelle Adjani é a uma bela e sensual rainha Margot, impregnando ao personagem a malícia, a intriga e o romantismo passional que afloram em tão inesperada personagem, uma sobrevivente de um destino político e dos acordos que revelam os bastidores sórdidos do poder que sustentaram as monarquias absolutistas nos primórdios dos estados modernos.
A Rainha Margot traz para o cinema um jeito psicológico de contar um épico histórico. Fascina pelas personagens ambíguas e desprovidas de uma moral vigente, de uma consciência aquém do poder e da ambição humana.


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índia review

Posted : 3 weeks, 4 days ago on 10 June 2008 06:37 (A review of índia )

Na época da ditadura no Braisl, capas de discos foram censuradas, como a do álbum “Índia”, de Gal Costa, de 1973, em que a cantora trazia um close frontal em uma vestida de uma tanga minúscula.
Linda capa.

Lançado em 1973, o álbum Índia assinalou o amadurecimento musical de Gal Costa e marcou uma fase importante de sua carreira: a turnê de Índia foi a primeira grande temporada de Gal. O disco, dirigido por Gilberto Gil, traz músicas que fizeram parte da turnê. No repertório há uma versão de José Fortuna para a faixa-título, além de "Milho Verde", uma canção do folclore português adaptada por Gil, "Presente Cotidiano", de Luiz Melodia, e "Volta", assinada por Lupicínio Rodrigues.

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Gal Costa (Não Identificado) review

Posted : 3 weeks, 4 days ago on 10 June 2008 06:25 (A review of Gal Costa (Não Identificado))

O álbum Gal Costa, que trazia o esplendor da Tropicália, foi todo produzido e feito em 1968, o atraso em seu lançamento, em 1969, oxigenou o movimento tropicalista, estrangulado pela prisão de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Este primeiro álbum solo da carreira de Gal Costa transformou-a em uma solitária musa do tropicalismo, cantando para os seus mestres, exilados ou calados pela ditadura militar. A diva Gal Costa nascia para o Brasil, perpetuando-se até os dias atuais.

"Gal Costa", de 1969, é a Tropicália que ressurge das cinzas com, segundo Eduardo Logullo: "canções de temáticas urbanas, doces reflexões anarquistas, constatações, citações, provocações, balanço.."


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A Todo Vapor review

Posted : 3 weeks, 4 days ago on 10 June 2008 06:13 (A review of A Todo Vapor)

Há momentos sublimes da criação do artista, cujo carisma é assimilado por uma legião de pessoas em busca de uma definição de ideais, sonhos ou apenas identificação na essência mais primária da composição do retrato humano.
Quando esse momento acontece em uma determinada obra do artista, esta lhe é arrebatada (quase usurpada) e feita voz, ícone e representação.

“Fa-tal – Gal a Todo Vapor” foi lançado pela Philips antes do natal de 1971. Primeiro álbum duplo da carreira de Gal Costa, traz dezenove faixas e dezessete canções, que foram imortalizadas no show. Na capa é destacada a boca vermelha da cantora ao microfone, que a partir de então, seria símbolo e ícone da sua carreira, juntamente com os cabelos. Quando lançado em CD teve as disposições das músicas alteradas em relação ao LP e até a capa veio adulterada.
Como completa tradução de uma geração calada e perdida em suas próprias dúvidas, é um disco de canções existencialistas e de sentimentos rasgados à flor da pele. Grandes nomes da MPB identificados à época como representantes do underground, assinam as faixas.
O álbum é poesia underground, é marginal, de um existencialismo convulsivo. Fez parte de um movimento cultural que tomou o canto de Gal Costa como hino.

*"Fa-tal": título extraído do poema homônimo, incluído no livro "Me Segura Que Eu Vou Dar Um Troço" de Waly Salomão

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Posted : 20 hours, 3 minutes ago at Jul 4 14:24
Ah ta, ele me falou, agora sei quem é!
Posted : 1 day, 14 hours ago at Jul 3 20:25
Eii, tudo bom???
A gente se conhece????
:]
Posted : 1 week, 4 days ago at Jun 23 21:45
hello
Posted : 1 week, 5 days ago at Jun 22 21:34
nossa. o.o não que isso seja muito melhor. xD
hahahah
Posted : 1 week, 6 days ago at Jun 21 17:15
já sou frequentadora assídua do making off. adooooooro! :D (2)
Posted : 2 weeks, 2 days ago at Jun 18 19:30
Obrigada :)
Acho que já estou sim...
Isso aqui é realmente muito viciante!
Está meio díficil sair daqui, eu quero colocar tudo em ordem logo... Mas ainda estou descobrindo todas as funcionalidades do site!

Bjão!
Posted : 2 weeks, 2 days ago at Jun 18 18:24
já sou cadastrado no making off rerer, é muito bom o fórum :)
Posted : 2 weeks, 3 days ago at Jun 17 19:55
Oi!

Obrigada pela dica e pelo link!

Gostei :)

Até mais
Posted : 2 weeks, 4 days ago at Jun 16 17:44
tava vendo suas reviews agora, muito boas, uma melhor que a outra, parabéns. :)
Posted : 2 weeks, 4 days ago at Jun 16 17:43
já sou frequentadora assídua do making off. adooooooro! :D
Posted : 2 weeks, 4 days ago at Jun 16 15:51
adorei o link, valeu!
Posted : 2 weeks, 5 days ago at Jun 16 9:49
bacana isso aqui =)
Posted : 2 weeks, 6 days ago at Jun 15 8:22
Thank you very much, I think! Have a nice day!
Posted : 2 weeks, 6 days ago at Jun 14 18:35
I wish I could understand your reviews, because you seem like a really cool member.
Posted : 3 weeks, 5 days ago at Jun 8 19:53
olha, nem tinha visto! oO
ainda tô aprendendo a mecher :x
uiaHUIHAUIAHAUIAHIU
é a namorada do André, né? =)
:*
Posted : 4 weeks, 1 day ago at Jun 5 11:18
olá, eu peguei o livro (em português) na biblioteca da minha escola, tem versão em português sim, acho que no submarino e saraiva vende rere :)
Posted : 1 month ago at May 31 20:35
Andejei por algumas comunidades... Não faço idéia de que comunidade vi você, rs. Mas era você mesmo. Rsrs. :D
Posted : 1 month ago at May 31 19:06
Bem... Ah, oficialmente meu nome também não tem o agudo, mas eu prefiro usar ele mesmo assim, sei lá... :B

Rs, vou te contar uma coisa engraçada: fuçando no orkut como faço ordinariamente, no perfil de uma menina, eu vi esse site, eu não conhecia, achei interessante e logo fiz conta aqui, há poucos dias. O nome da menina era Heloisa, acho que era você. :s Rs.
Posted : 1 month ago at May 31 18:14
Heloísa? Olá! :)
Posted : 1 month, 1 week ago at May 28 16:13
If your going to post Porn, at LEAST do it with somebody attractive, Kate Moss is a hideous troll who should just roll over and die!